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22 de novembro de 2015

ERA UMA VEZ... UM POETA!

Na minha vida inteira, sempre que me sentia alegre ou triste, tinha uma caneta na mão, um pedaço de papel e muita imaginação, sensibilidade e inspiração para escrever meus sentimentos, ditados pela batida do meu coração. De certo, tive mais tristezas do que alegrias, mas, estas tristezas me ensinaram a viver, a lutar, buscar um novo amanhã e nunca desistir de ser feliz. Felicidade tive algumas, como quando senti o amor pela primeira vez, quando escrevi mesmos primeiros versos, formei minhas primeiras rimas... Quando meus anjos nasceram. Algumas tristezas me deixaram bem perto do meio fio da desilusão, mas sempre tive forças pra me levantar, reerguer, mesmo sem a ajuda de uma mão salvadora, igual aquela que me fincou o punhal pelas costas.  Ainda bem que sempre estive bem perto da mão divina, daquela que me ensinou amar e entender a vida do jeito que ela é... Às vezes cruel, ingrata, injusta... Mas, bela, fascinante e intrigante, como o suspense de um conto, as metáforas de um poema e a sutileza das Crônicas, dos Versos e da Vida, minha primeira obra-prima. De tudo isto, continuo a escrever a vida em forma de poesia, de poemas, crônicos e contos e relutando e dizendo que: Felicidade não exista. O que existe na vida são momentos felizes...
TRECHO DO LIVRO

 

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